sábado, 2 de outubro de 2010

OCRDisplay Free (en)

Download the new full and unlimited version of the software for recognition of 7-segment displays OCRDisplay. The new version became more compatible with different display formats.

Download the software (windows and linux):


To run the software, you must install the library "OpenCV" which can be obtained here. During installation, you must have administrator privileges, and select "Add OpenCV to the system PATH for all users".

Instructions for use:

Hotkeys (select Cam window title):
  • ESC - Ends the program
  • 1..5 - Set the COM port (Baud 9600;Parity None;Data Bits 8;Stop Bits 1) (Windows only)
  • i - Invert the image
  • s - Shows the read
Adjustments:
  • Threshold - Sets the color threshold for detection
  • Noise - Noise Rejection Sets
  • Read n - equal consecutive readings to validate a reading
To start detecting, select with the mouse the region of the display.

OCRDisplay Free

Baixe a nova versão completa e sem limitações do software para reconhecimento de displays de 7 segmentos OCRDisplay. A nova versão tornou-se mais compatível  com diferentes formatos de displays.

Baixe o programa (windows e linux):


Para o software funcionar, você deve instalar a biblioteca "OpenCV", que pode ser obtida aqui. Durante a instalação, você deve deve ter privilégios de administrador e selecionar a opção "Add OpenCV to the system PATH for all users".

Manual de utilização:

Teclas de atalho (selecionar janela de titulo Cam): 
  • ESC - Finaliza o programa
  • 1..5 - Define porta COM (Baud 9600;Parity None;Data Bits 8;Stop Bits 1) (apenas para Windows)
  • i - Inverte a imagem
  • s - Mostra leitura na imagem e nesta janela
Ajustes:
  • Threshold - Define o limite de cor para detecção
  • Noise - Define rejeição de ruído
  • Read n - Leituras consecutivas iguais para validar uma leitura
Para iniciar a detecção, selecione com o mouse a região do display.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Eletro-estimulador para extração de veneno de aranhas e escorpião

Na época em que estudava na PUC-SP, participei do desenvolvimento de um Eletro-estimulador para extração de veneno de aranhas e escorpião. Confira a notícia publicada no site do INCTTOX:


Publicado em PUC em Notícias – Ano 1 Número 16 – 2ª quinzena – março – 2010
Por Thiago Pacheco

Uso do aparelho de eletroestimulação diminui traumas nos animais e permite o aumento da obtenção do fluido para produção do antídoto e para outras pesquisas.
Aranhas e escorpiões podem sofrer com estresse – principalmente aqueles animais utilizados na extração do veneno para pesquisas e criação do soro. O Instituto Butantan, por exemplo, usava um aparelho de eletroestimulação para provocar reações involuntárias nas glândulas que resultam na liberação do fluido. Esse aparelho, porém, sem os necessários ajustes de tensão e corrente, poderia causar traumas nos animais (desde queimaduras até danos à glândula produtora do veneno) e assim reduzia o número de extrações do material.
Mas note: o Instituto Butantã usava esse equipamento. Isso porque uma equipe de alunos do curso de Engenharia Elétrica da PUC-SP desenvolveu, em seu trabalho de conclusão, um aparelho portátil e microcontrolado, capaz de limitar a intensidade de corrente elétrica que atravessará a estrutura do animal, a partir de suas características físicas.
“Neste novo aparelho, as faixas de tensões, tempo de exposição e freqüência com que a estimulação é aplicada nas cobaias são parâmetros ajustáveis, que permitem que a inércia natural, existente nas glândulas produtoras do veneno, seja respeitada”, explica o professor Aparecido Nicolett, que orientou o desenvolvimento do projeto. “Desta forma, o equipamento promove um estímulo elétrico, e não somente um choque brutal que ocasiona lesões aos animais”, completa. Deixar de estressar os animais é importante porque o grau de eficiência em extrair o veneno é de grande importância na fabricação do soro, diz o professor: “Algumas espécies, como a aranha marrom, fornecem pouco veneno durante a extração, devido principalmente à sua pequena massa corpórea (de 1 a 2 cm de corpo). Manter as espécies peçonhentas vivas após a extração, para repetir o procedimento no futuro, torna o processo mais eficaz e diminui a necessidade de se obter novos animais”.

 Alunos promovem último teste do eletroestimulador no Instituto Butantan, na noite de 3 de março de 2010

PORTABILIDADE – Cinco alunos desenvolveram todo o projeto (circuitos, placas e programas de comunicação, entre outros dispositivos), ao longo de 2009, dentro da disciplina de TCC do curso de Engenharia Elétrica: Artur Augusto Martins, Gisele Braga Gonçalves Alves, Rafael Monteiro, Ricardo Souza Figueredo e Sidnei Pereira. Além do orientador Nicolett, o trabalho contou com a colaboração de outros professores: Lourenço Matakas Jr. (atual coordenador de Engenharia Elétrica), Rosana Nunes (coordenadora do curso de Física Médica), Valquíria Abrão Coronado Dorce e Denise Maria Cândido (ambas do Instituto Butantan). A pesquisa foi realizada com auxílio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Segundo Nicolett, o eletroestimulador foi desenvolvido para solucionar as dificuldades que os pesquisadores do Instituto Butantan tinham na extração do veneno dos animais, principalmente porque o antigo equipamento não estava funcionando adequadamente. Mas o novo aparelho também possui outra melhoria em relação ao anterior: é portátil, o que permite sua utilização no habitat dos animais (sem a necessidade de recolher os animais para os laboratórios).
Por isso, o eletroestimulador está inserido no projeto “Butantan na Amazônia”, que teve inicio em 2008 e deve ser concluído em 2011. Trata-se da implantação de uma base avançada na Amazônia, no estado do Pará (“em uma das regiões com maior incidência de acidentes com animais peçonhentos”, diz o professor), para o desenvolvimento de pesquisas em diversas áreas – de forma a aumentar o conhecimento sobre a biodiversidade amazônica, trabalhar conceitos de educação ambiental e saúde, e compartilhar esse conhecimento com as comunidades científicas estabelecidas na região e a comunidade local.

Extração de veneno de escorpião com o equipamento produzido pelos estudantes da PUC-SP: menos trauma, mais antídoto

OUTRAS PESQUISAS – Processado, o fluido se torna antídoto para as picadas dos animais. O material também é utilizado em outros estudos – que buscam descobrir efeitos dos venenos nos agentes de coagulação sanguínea, em testes com a pressão arterial, em indução de hemorragias e de inflamação em tecidos, em danos causados nos tecidos musculares e na transmissão de estímulos elétricos no sistema nervoso. “A Engenharia Genética permite separar as toxinas dos venenos e as reproduz em laboratório para o desenvolvimento de novos agentes terapêuticos como anticoagulantes, anti-hipertensivos, analgésicos, antitumorais, anti-angiogênicos”, enumera Nicolett.
O docente revela que um outro estimulador será desenvolvido no curso de Engenharia Elétrica, com o objetivo de analisar a toxicidade do veneno do escorpião Tityus paraensis, típico da região amazônica. Ele diz que este projeto deverá contar com um ou dois alunos da graduação.
Para o professor Lourenço Matakas, coordenador do curso de Engenharia Elétrica, projetos como esse são “muito motivantes” porque permitem que alunos e professores saiam de uma situação de simulação da realidade, na sala de aula, e partam para projetos reais – que exigem o trabalho em equipes multidisciplinares e a capacidade de gerenciar conflitos, tempo e orçamento, além de deixarem claros os limites do conhecimento, obrigando a aprender mais.
“Nosso curso é baseado em projetos multidisciplinares, realizados desde o 1ºano, culminando com o projeto de formatura”, explica. “Incentivamos também projetos de iniciação científica e projetos de pesquisa e desenvolvimento, possibilitando assim que o aluno integre o conhecimento das várias disciplinas de um dado período, e dos vários anos”, complementa.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Comunicação serial entre software

O aplicativo com0com é uma ferramenta interessante quando temos que testar, ou realizar uma comunicação serial entre software situados em um mesmo computador. Com esta ferramenta podemos criar portas seriais virtuais interligadas, tornando possível a comunicação.

Baixe o aplicativo:

Versão para Windows 32bits:

Versão para Windows 64bits:

Para conseguir instalar corretamente no Windows Vista, Windows 7 ou Windows Server 2008, você deve desativar o "Controle de Conta de Usuário". Para fazer isto entre em: Painel de Controle\Contas de Usuário e Segurança Familiar\Contas de Usuário e Alterar configurações de Controle de Conta de Usuário, em seguida arraste a barra para "Nunca notificar".

Se o seu Windows é 64bits, você ainda deve ativar o "test signing". Para fazer isto, pressione "(janela)+r" e execute o comando: "bcdedit.exe -set TESTSIGNING ON" sem as aspas.(necessário reiniciar)

Após o termino da instalação, acesse  o "Setup" e atribua o nome desejado para as portas. Eu recomendo atribuir nomes como "COM5" e "COM6", pois desta forma todos os aplicativos que estiver testando serão compatíveis.


Este aplicativo me ajudou muito durante o desenvolvimento do OCRDisplay e do meu TCC.
Agora você pode abrir o hyperterminal, ou outro terminal para comunicação serial (no Windows, eu uso o Realterm) e testar as funcionalidades do OCRDisplay sem precisar de outro computador.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

OCRDisplay - Software para reconhecimento ótico de displays

OCRDisplay é um software para reconhecimento ótico de caracteres (OCR) em tempo real desenvolvido inicialmente para displays de 7 segmentos. Utilizando uma webcam, este software é capaz de reconhecer os caracteres e enviar o resultado para uma porta serial.
Quando em ambiente bem iluminado e com pouco reflexo no display, o erro de reconhecimento é quase nulo.

Baixe o demo deste software:

OCRDisplay_02102010.exe


Para este demo funcionar, você deve instalar a biblioteca "OpenCV", que pode ser obtida aqui. Durante a instalação, você deve deve ter privilégios de administrador e selecionar a opção "Add OpenCV to the system PATH for all users".